Memorial
Os Sete Capitães                                                       
Documentário sobre Os Sete Capitães:

Os Sete Capitães

A capitania de São Thomé, compreendida entre o rio Macaé e o rio Itapemirim, doada a Pero de Góis em 1536, sofreu a primeira tentativa de colonização com a fundação da Vila da Rainha, às margens do rio Itabapoana. Mas os nativos da nação goitacá que, inicialmente, auxiliaram Pero de Góis, destruíram-na, obrigando o donatário a abandoná-la.

Como as capitanias eram hereditárias, o filho de Pero, Gil de Góis, recebeu as terras e tentou colonizá-la, fundando a Vila de Santa Catarina das Mós, também à margem do Itabapoana, mas num outro local. Do mesmo modo, os índios goitacá ajudaram o donatário, mas, pouco tempo depois, atacaram a vila, destruindo-a. Gil de Góis renuncia à capitania e retorna a Portugal. As terras ficam abandonadas.  

Abandonada, a capitania foi alvo de aventureiros de todo tipo. Muitos foram os pedidos de sesmarias - terra inculta ou abandonada que os reis de Portugal cediam a sesmeiros que se dispusessem a cultivá-la.

Martim Corrêa de Sá, governador do Rio de Janeiro, recebeu instruções da Coroa portuguesa para distribuir as terras abandonadas e atende, em 19 de agosto de 1627, o pedido feito por sete capitães que possuíam propriedades na cidade do Rio de Janeiro e Cabo Frio. Os capitães lutaram durante muitos anos contra os franceses que, com apoio dos tupinambás e tamoios, queriam fundar no Rio de Janeiro a França Antártica. Expulsos os franceses, o governo se volta contra os índios e os capitães ajudaram a aniquilar os tamoios e tupinambás. Por suas lutas em prol da Coroa, solicitam e recebem as terras “ao norte do rio Macaé”.  

Na carta dirigida ao governo do Rio de Janeiro, os capitães escrevem, sobre a aniquilação dos nativos que auxiliaram os franceses: “nós, portugueses, fomos vencedores. Não pela coragem superior a nossos adversários, porém pela vantagem das armas de fogo e disciplina, que nos asseguravam sobre homens nus, que não podiam opor-nos mais que a sua intrepidez; fizemos neles uma grande mortandade, ficando abandonadas as suas povoações: os tamoios ficaram de todo aniquilados, e o resto dos tupinambás abandonaram as montanhas vizinhas e seguiram para o norte”. (Lamego, 94).

Nas terras fluminenses, as nações indígenas, já quase totalmente destruídas, tiveram que ceder suas terras aos invasores e seus braços, sua vida livre, aos colonos, novos donos do novo mundo. Os padres das diversas ordens - jesuítas, beneditinos, carmelitas - amansavam os nativos que sobreviveram aos canhões e carabinas dos portugueses, forçando-os a viver nos aldeamentos religiosos para servirem aos colonos, como escravos.

O goitacá ainda resistia. Para que se formasse na Corte uma opinião contra esta nação, religiosos e servidores da Metrópole escreviam e contavam atrocidades cometidas pelos índios, estigmatizados como antropófagos, sujos, asquerosos e violentos. Em verdade, os goitacás defendiam suas terras, o direito de viver em liberdade, desde as tentativas de colonização da capitania de São Thomé por Pero de Góes e, depois, pelo seu filho, Gil de Góes. Homens brancos viviam entre eles sem problemas, fato que desmentia as versões fantasiosas narradas à Corte.

A demora na conquista dos campos pode ter sido pelas condições geográficas que colaboraram para a resistência goitacá. “As formações geológicas impediam a existência de bons portos; e, mesmo, de simples ancoradouros ao Sul do Paraíba; por isso, a terra é quase desconhecida, não obstante haver André Gonçalves batizado o Cabo de São Thomé, em 21 de dezembro de 1501” (Lamego, 93).
 
Os Sete Capitães e o início efetivo da colonização de Campos
 
Nos primórdios da ocupação do atual território de Campos dos Goytacazes pelo homem branco, no século XVII, atuaram como protagonistas os chamados Sete Capitães: Miguel Ayres Maldonado, Miguel da Silva Riscado, Antonio Pinto Pereira, João de Castilho, Gonçalo Corrêa de Sá, Manuel Corrêa e Duarte Corrêa. Em 12 de dezembro de 1632, parte daquele grupo de homens, com mais dezessete pessoas, alugou em Cabo Frio uma sumaca - embarcação tipo navio de pequeno porte, muito usada na costa brasileira, conforme o dicionário de Aurélio Buarque de Holanda – e iniciou viagem até as terras que receberam “em recompensa de nossos serviços guerreiros, segundo a nossa petição rezava, no decurso de trinta anos prestados ao Estado...” (LAMEGO, pág. 94). Entre os dezessete estavam alguns dos filhos dos Sete Capitães e os índios amansados Valério Corsunga e Miguel. Na embarcação, “metemos nossa comedoria e nossas armas”, segundo o roteiro (diário de viagem) registrado anos depois, no Cartório de Cabo Frio.  

Os capitães não receberam toda a capitania de São Thomé, mas sim, a parte compreendida entre o rio Macaé, correndo a costa, até o rio Iguaçu, ao norte do Cabo de São Thomé. Na viagem de sumaca, que tinha por nome Senhora da Guia, os capitães passam pela barra de São João e chegam a Macaé às 08:30h do dia 02 de dezembro de 1632. Lá, encontram uma povoação de casas de palha e, de acordo com Maldonado, que escreve um diário da viagem (diário que ainda hoje gera polêmica em relação à sua autenticidade e autoria, mas que continua sendo documento único e sempre recorrível para que se possa conhecer e estudar o início da colonização dos campos) “não achamos gente de maior consideração. Só mamelucos muito costeados e agradáveis”. Mais para o interior, no entanto, encontram moradias melhores e moradores que são “gente da nossa massa”. A autoria e autenticidade do diário da viagem ainda geram controvérsia, mas o “roteiro” continua sendo um documento único e sempre recorrível para que se possa conhecer e estudar o início da colonização dos campos.

A nação goitacá já não era a mesma que aterrorizara os invasores nos quase cem anos anteriores à chegada dos capitães. Estes conseguem informações sobre os poucos índios existentes na sesmaria: duas aldeias, sendo uma às margens da Lagoa Feia, “cuja ferocidade estava pouco mais ou menos”, e a outra, no Cabo de São Thomé, cujos índios são “pacíficos”. Com as informações obtidas pelos brancos de Macaé, os capitães, mais confiantes, partem para a nova terra no dia 12 de dezembro, levando um intérprete. Encontram índios com os quais fazem contato, à beira da Lagoa Grande, “o grande mar de água doce, a qual eles chamavam pelo seu idioma...”  escreve Maldonado no seu roteiro. “Era um grandíssimo lago ou lagoa de água doce, a qual estava tão agitada com o vento sudoeste, tão crespas suas águas e tão turvas, que metiam horror, aonde lhe demos o apelido de lagoa feia”.

No Cabo de São Thomé os invasores se deparam com outra aldeia goitacá. Com eles, vivem onze náufragos portugueses, sendo quatro marinheiros e sete degredados, “primeira raiz branca na planície”, no dizer de Alberto Lamego. O fato revela que os goitacá não podiam ser antropófagos e cruéis como se acreditava na capital. Maldonado narra em seu roteiro:

“(...) nisto chegaram todos de arcos e flechas, o seu maioral na frente, acompanhado de quatro homens da nossa massa, estes nos saudaram junto com o maioral pelo seu belo modo... Nisto o maioral dirigiu ordem para todos recolherem arcos debaixo  do braço e todos bateram palmas e abaixaram as cabeças, o maioral se dirigiu ao intérprete, para que nos fizesse saber que não reparássemos em virem de arcos, pois não sabiam se viriam outros que os viessem atacar...”.

 Nas conversas com os náufragos, os capitães ficam sabendo das grandes pastagens mais para o interior.

Seguindo em frente, os capitães descobrem a barra do açu, limite da sesmaria. Baixam uma lancha, com os marcos (que serviriam para a demarcação das glebas de cada um) e o intérprete, além de oito homens. Mas o tempo muda de repente, fato que ocorre até hoje naquela região (PEIXOTO, 1984. P.29), e os oito retornam à lancha, ficando em terra apenas o intérprete. Embarcaram na sumaca e retornaram a Macaé e, em seguida, a Cabo Frio.

No dia 19 de dezembro de 1632, os capitães voltaram aos campos, mas, a partir de Macaé, seguiram a pé, levando cachaça e missangas que haviam sido compradas no Rio de Janeiro. Partiram levando a cachaça em cabaças (espécie de cuia, feita do fruto do Porongo, trepadeira que dá um fruto oco e de casca dura), espadas, lanças, armas de fogo e comida. Pernoitaram à margem de uma mata não muito longe do mar. No dia 20, caminharam até o final da tarde e, no dia 21, andaram todo o dia, até se depararem com as campinas. Acamparam “à margem de um chavascal” (mata de plantas silvestres) e o novo intérprete que trouxeram de Macaé afirmou que estavam próximos da aldeia dos índios da Lagoa Feia.

No seu roteiro, Maldonado escreve: “ao romper da alva, fomos reconhecidos pelos selvagens, porém, estes, reconhecendo o prático (intérprete) e seus camaradas, não houve novidade alguma”. Os capitães oferecem espelhos e cachaça aos índios e entram na aldeia. Os índios fizeram um alarido, ao ver os brancos e se mostram satisfeitos com as bugigangas.

Após ganharem a simpatia dos goitacás, os capitães conheceram a Lagoa Grande que, com o vento sudoeste, “está tão bravia, com águas tão crespas”, que reforçou a primeira opinião que tiveram, quando lhe deram o nome de Lagoa Feia. No dia 23 saíram da aldeia acompanhados dos índios e, caminhando pela imensa pradaria, diz Maldonado: “nossos corações se abrasaram de alegria por vermos que tínhamos alcançado tão rica propriedade para nossas criações cavalar e vacum”. Revela, assim, que vieram aos campos com o intuito de criar gado, por certo, para abastecer de carne o Rio de Janeiro, embora no roteiro atribuído a Maldonado não conste esta intenção.

No dia 24 reencontraram o intérprete que ficara na foz do rio Açu, acompanhado de cinco índios. Juntos, caminharam até outra aldeia dos goitacá, um arraial “bem grosseiro, umas choupanas grandes em cima de uns montinhos”. Passaram o dia de natal e os subsequentes entre os índios. No dia 28, porém, voltaram a Macaé e, no dia 08 de janeiro de 1633, chegaram em suas casas em Araruama (PEIXOTO, 1984, P.30).
 
Os campos são demarcados

Em outubro de 1633 os capitães retornam às terras, fincando os marcos de pedra no litoral com a linha imaginária em direção ao oeste. Durante cerca de dois meses os capitães dividem seus quinhões e, no dia 08 de dezembro, em Campo Limpo, ergueram um curral e uma choupana coberta de palha para o índio Valério Corsunga, que veio com eles de São Vicente (Cabo Frio) e deixaram, ao seu cuidado, uma vaca e um touro. No dia 10 de dezembro, ergueram o segundo curral, na ponta do Cabo de São Thomé, com cinco novilhas e um touro, tendo o escravo Antônio Dias como curraleiro. A pouca distância deste erguem um terceiro curral, o de São Miguel, deixando-o sob os cuidados do índio Miguel. A seguir, retornaram ao Rio de Janeiro. (LAMEGO, p.95)
 
Novamente Osório Peixoto relata de maneira diversa o mesmo fato:

“no dia 20 de outubro de 1633, novamente os Sete Capitães saem em expedição para os campos. Agora, usam cavalos e trazem o escravo Antônio Dias, o índio Miguel, curraleiro do capitão Riscado e o índio Valério Corsunga, afilhado do capitão João de Castilho. Levam cabeças de gado para a criação nos campos. São dez novilhas e dois touros do capitão Riscado e três novilhas e um touro do capitão Castilho. Alcançam Macaé a 27, após abrirem picadas em matos bravios e lugares ermos. Partem desta povoação no dia 31, levando de Macaé seis mamelucos e o intérprete da primeira expedição. Seguem o mesmo itinerário e batizam os lugares por onde passam. No dia 08 de novembro de 1633, demarcam as terras entre si, a partir do litoral, dividindo a sesmaria em sete partes. Depois, tiram linhas retas até as serras”. (PEIXOTO, 1984, p.30)

Segundo o Roteiro dos Serte Capitçães. São “inúmeras lagoas que encontram e, numa delas, fazem uma jangada para atravessá-la. No meio da lagoa, “desamarrou a cabeça da jangada e caiu o Sr. Gonçalo, porém, não teve perigo algum; aqui disse o Sr. Gonçalo, que desse ao lago o apelido de Tahy, por seu irmão ai cair”. (Roteiro dos Sete Capitães)

Durante as demarcações, ainda segundo o roteiro, o capitão João de Castilho vendeu sua parte ao capitão Riscado, que trocou, também, um seu engenho por um pedaço da parte do capitão Maldonado. O capitão Riscado foi quem mais acreditou no êxito dos campos, como se depreende das negociações narradas no roteiro, embora nenhum documento que as comprove.

Já os irmãos Corrêa (Gonçalo, Duarte e Manoel) pediram que os quinhões que lhes cabiam ficassem unidos, não necessitando de demarcações entre si. Durante o trabalho de demarcação, os capitães se depararam com um negro entre os índios e mostraram o desejo de levá-lo para o Rio de Janeiro. O negro, na certa temendo perder a liberdade nos campos e de voltar a ser escravo, fugiu. “Preferiu continuar entre os índios, onde era bem tratado” (PEIXOTO,1984, p. 31).

Com as terras demarcadas e os currais prontos para o início da criação de gado, os expedicionários retornam às suas casas em fevereiro de 1634. O fato histórico que, para este trabalho, é o principal, é que começou ali, naquele final de 1633, a colonização dos campos. E o marco dessa colonização foi, sem dúvida, o primeiro curral, erguido no dia 08 de dezembro daquele ano.

O roteiro das viagens, que teria sido escrito por Maldonado, é assunto polêmico. O autor do roteiro narra com detalhes a viagem, anotando até as horas exatas de quando escrevia. No entanto, a não citação de datas importantes como a do natal, por exemplo, é motivo de desconfiança por parte de alguns pesquisadores. Se o roteiro foi ou não escrito por Maldonado, a relevância existe apenas para o estudo a cargo dos acadêmicos.

Ninguém nega a importância do documento nem a certeza de que quem fez a narrativa esteve nos campos. Ela é fiel ao que aqui existia à época. Quanto aos nomes de lugares, pode ter sido como consta no roteiro, pois eles existem com os mesmos nomes citados no documento e não surgiu outra versão que negue a que foi escrita por Maldonado ou alguém que aqui esteve na companhia dele e dos demais capitães ou na de alguns deles.

Os Sete Capitães retornam ao Rio de Janeiro. O sucesso de suas viagens e as notícias das terras dos goitacás se espalharam, porque eram as primeiras campinas a serem utilizadas para a criação de gado cavalar e vacum, “segundo as necessidades...”. Não se fala em cana-de-açúcar. Naquele período, o fim único da colonização dos campos é o abastecimento do Rio de Janeiro, uma cidade que crescia e precisava da carne para o consumo e gado para fazer funcionar as moendas dos engenhos.

Logo surgiriam interessados em arrendar terra para a criação de gado. Na terceira expedição, os capitães (que, segundo o polêmico roteiro, já não eram sete, pois alguns desistiram da empreitada, preferindo passar suas terras para outrem e, ainda, vendê-las aos demais capitães) levaram consigo Gaspar de Souza Monteiro e José Barcelos Velho.

No dia 07 de novembro de 1634 o grupo seguiu viagem com destino a Araruama, onde pernoitaram. No dia 08, tomaram o rumo de Cabo Frio. Depois, Macaé e, finalmente, no dia 14, aportam nas terras do capitão Gonçalo e do capitão Maldonado, próximo a lagoa de Carapebus. No mesmo dia 14 chegaram ao curral de São Miguel. No dia 15, os capitães mostraram as campinas e os currais, já com muitas novilhas, aos interessados em arrenda-las.

Gaspar de Souza Monteiro e José Barcelos Velho fecharam negócio, na certeza de que as terras eram excelentes para a criação de gado cavalar e vacum “para abastecer o Rio de Janeiro”. Pagaram a quantia de hum mil réis, recebidos pelo capitão Riscado. Pelo contrato, os arrendatários ficaram impedidos de fazer benfeitorias que custassem mais que 30 mil réis. Feito o acordo, os dois fazendeiros retornam ao Rio de Janeiro e só em 1637 trazem gado bovino para suas propriedades.

“Os capitães, morando em seus engenhos no Rio de Janeiro, Cabo Frio e Araruama, seguem arrendando seus quinhões. O pastoreio, a partir da posse da terra pelos capitães, estende-se pelo interior da zona de aluviões, onde a erva embaraça as pernas dos viajantes. A multiplicação do gado é assombrosa”. (LAMEGO, p. 96).

As notícias sobre os campos repercutiram no Rio de Janeiro. A planície goitacá é cobiçada por muita gente que desejava fazer fortuna com a criação de gado. Os capitães e seus herdeiros arrendaram, trocaram e venderam grandes extensões de terra. Para a planície (entenda-se a Baixada) se dirigiam, além de fazendeiros, muitos criminosos que fugiam da cidade grande, aventureiros em busca de fortuna, pequenos criadores de gado, soldados desertores, vaqueiros e oficiais de estrebaria.

A população aumentava rapidamente e os fazendeiros e comerciantes constituíram um vilarejo próximo ao local onde, depois, foi erguida a Igreja de São Francisco de Assis. A capitania prosperava rapidamente e, num espaço de 10 anos, a colonização (tentada por Pero de Góes e por Gil de Góes sem sucesso) era um fato.

 
Capela de São Miguel, originalmente de madeira, erguida pelos capitães


 
A Lagoa Feia (maior que o Mar Morto), que impressionou os capitães



 Lagoa de Carapebus, onde estiveram os capitães, que lhe deram o nome.



Foz do rio Ururaí, na Lagoa Feia.



Foz do rio Uguassu, hoje, Lagoa do Açu, onde os capitães fincaram o primeiro marco das sesmarias recebidas (entre o rio Iguassu e o rio Macaé).


Referências bibliográficas

BRANDÃO. Renato Pereira. O Roteiro dos Sete Capitães e a Capitania de São Tomé: confrontações documentais numa perspectiva interdisciplinar. Arquivo da Biblioteca Municipal Nilo Peçanha;

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FAZENDA, José Vieira. Revista do Instituto Histórico e |Geographico Brazileiro – Tomo LXXI, Parte I. Imprensa Oficial, 1909;

FEYDIT, Júlio. Subsídios para a História dos Campos dos Goytacazes. Edição revisada, mas sem indicação de editora e data;

GABRIEL, Adelmo Henrique Daumas; LUZ, Margareth da. (organizadores). Roteiro dos Sete Capitães: documentos e ensaios. Macaé/RJ. Funemac Livros.

HOLANDA, Aurélio Buarque de. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Record, Rio de Janeiro;

LAMEGO, Alberto Frederico de Moraes. A Terra Goytacá à Luz de Documentos Inéditos, Livro I. L’edition D’art. Bruxeles/Paris. 1920;

LAMEGO, Alberto Ribeiro. O Homem e o Brejo. Editora Lidador. Rio, 1974;

PEIXOTO, Osório. Os momentos decisivos da História de Campos dos Goytacazes. Serviço de Comunicação Social da Petrobrás, 1984;

REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO. Roteiro do Sete Capitães. Rio de Janeiro, 1893;

SOFFIATI, Aristides Arthur. O massacre dos índios do Norte Fluminense. Trabalho publicado no jornal Monitor Campista de 19/20 de abril de 1998.

Pesquisa e texto: Avelino Ferreira

Revisão: Gustavo Smiderle

Fotos: Marcelo Fernandes e Viviane Chagas

Imagens de Drone (rio Iguassu, rio Ururaí e Lagoa Feia): Gledson Agra

Traçado do roteiro no mapa de Couto Reys: Aristides Arthur Soffiati Neto

Campos dos Goytacazes/RJ, abril de 2016